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Mostrando postagens com o rótulo o joio e o trigo

Você pode; você dá conta!

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03.01.11 Arquimedes Estrázulas Pires Há momentos em que as forças parecem desaparecer, o sentimento esfria, a fé se esvai, a coragem empalidece e a vontade, esboroada, junta os próprios farelos e respira ofegante, como se quisesse deixar de existir. É quando mais precisamos de Deus em nossas vidas! E o mais impressionante é que muitos de nós só lembra d'Ele, Pai e Criador de Todos os Mundos, nessas horas de angústia extrema! Nada de glorificar o Criador quando a hora é de festa, saúde, alegria, curtição e liberdade total; pra quê, dizem?! Justamente nessas horas é que devemos nos lançar em preces de gratidão porque a vida transcorre livre e elevar cânticos em louvor a Quem devemos tudo e nada Cobra, nada Reivindica e nada Exige. O livre-arbítrio é o indicador que deveria estar sempre ligado pra nos lembrar de tais obrigações. Quem agradece quando nada lhe falta é sempre amparado quando lhe falta tudo. Tantas maneiras de agradecer a Deus por tantas bênçãos e, não obstante a...

Fim de ciclo

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Fim de ciclo 20.04.10 Arquimedes Estrázulas Pires É preciso buscar a sensibilidade necessária para compreender certas evidências verificadas nas entrelinhas da história humana. Objeto de trabalho de inúmeros pensadores e autores consagrados, entre eles Paulo Coelho, já há pouquíssimas dúvidas sobre estarmos vivendo mais um “fim de ciclo” na caminhada da raça em busca da perfeição. Separação do joio e do trigo, fim dos tempos, juízo final ou que nome se lhe dê, o fato é que tudo leva a crer que estamos no fim de mais um ciclo evolutivo. Mas não do fim do mundo; Deus não demoliria a própria obra só porque algumas criaturas optaram por descaminhos. A era da tecnologia, pelas experiências colhidas no mundo do agronegócio, nos permite saber que a melhor maneira de separar a boa da má semente, a semente que gera capital, da semente que inça, é na peneira após a colheita quando, igualmente maduras, fica mais fácil a identificação e o aparto. Deus sabe disso há muito tempo e é por isso que a ...

EXTREMOS

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Extremos   Arquimedes Estrázulas Pires Estamos vendo aí uma foto do nascimento do Rio Amazonas, o maior rio do mundo, em volume de água. Uma foto do exato momento quando as águas negras do Rio que tem o nome inspirado nessa cor e o Solimões, o Rio das águas barrentas, se encontram e se abraçam; a partir daí viajarão juntos. Um deles, o Negro, tem origem nas bacias hidrográficas fronteiriças à Colômbia e Venezuela e após viagem de cerca de 700 quilômetros colhendo material orgânico carreado pelas chuvas e tornado ácido por força da decomposição, assume a cor do azeviche para fazer-se parceiro do outro, o rio das águas branco-amareladas, o rio do seu oposto; é a Natureza nos ensinando a importância do equilíbrio dos extremos. O Solimões nasce nas encostas geladas da majestosa Cordilheira dos Andes peruanos e vai rolando pelas arestas e espigões, em busca dos fiordes e dos baixios argilosos que atravessa enquanto viaja arrancando árvores e porções te...