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Desapegue-se

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Desapegue-se 31.03.2014 Arquimedes Estrázulas Pires   Por que eu ainda não sei ser feliz? Porque o espírito humano ainda não está habituado ao fato de que nem sempre é vitorioso sobre todas as coisas. Não somos infalíveis e nem temos o dom do conhecimento antecipado da verdade sobre os efeitos que causamos com as decisões que tomamos, com as atitudes que adotamos e com as coisas que fazemos. O conhecer a si mesmo é que leva as pessoas a sentirem a brisa da liberdade em suas faces enquanto caminham pela existência. Quem se conhece, se desapega. Quem se apega fica prisioneiro de sentimentos menores, que escravizam, inspiram coisas impossíveis e trazem a infelicidade que nasce da insatisfação que vem do não ganhar sempre. Com muita propriedade e muita sabedoria os budistas dizem que “todo o apego gera um sofrimento”. E ninguém é capaz de ser feliz no sofrimento. Outro fator importante, diretamente ligado à felicidade ou falta dela, é o mau hábito de...
Voltando o olhar para as aves dos céus e os lírios do campo Juliana Demarchi Como Espíritos imortais que somos, vivemos uma vida entre mundos, na qual as palavras do Cristo são lâmpada para os pés e luz para o caminho. Já se foram mais de dois mil anos que o Espírito de maior envergadura, o governador de nosso planeta – Jesus Cristo – encarnou entre nós, e mesmo depois de tanto tempo, Suas palavras não foram esquecidas. Simbolizando o primeiro cavaleiro citado no livro do Apocalipse, o Seu Evangelho percorre o mundo, tendo saído “vencendo e para vencer”, e mais do que isto, atravessa nossas almas a cada vida que vivemos, conquistando aos poucos o terreno árido de nossos corações.              Seus ensinamentos não caíram no esquecimento porque, de uma maneira extraordinária e única, Ele dominava como ninguém a arte da retórica, e muito, muito mais do que simplesmente manejar bem as palavras, nos deu o exemplo de amor em...

Liberte Noel

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Liberte Noel 16.12.11 Arquimedes Estrázulas Pires             Todos os anos, Noel, o bom velhinho das renas, do trenó e dos guizos, desfila sua invejável resistência física e - de chaminé em chaminé - vai repartindo pedaços de sonhos, aos milhares, com crianças de todo o Planeta.             A túnica vermelha e o barrete de Noel são a vestimenta do natal do comércio, que desperta sonhos de consumo, vaidades, ciúmes, inveja e outros sentimentos que conflitam com todas as virtudes. Excetue-se, claro, o festejo em família, que emociona, reúne, lembra, sente saudade, chora, presenteia, banqueteia, come e bebe. É o contraponto do Natal, mas, pela metade.             Crianças nascidas de famílias carentes de bens e posses materiais são despojadas, quase com crueldade, do direito de querer e sonhar. Nada podem além de...