quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Atlântida – No Reino da Luz – Vol. 1.


O Universalismo Crístico acaba de colocar à disposição da humanidade terrena mais uma importantíssima obra da literatura espiritualista que nos permite compreender com mais profundidade e em bases verdadeiras, a verdadeira história das civilizações que ao nosso Planeta têm aportado no decurso dos últimos milênios.
Acaba de chegar: Atlântida – No Reino da Luz – Vol. 1.
É o próprio Autor e, pregressamente Personagem, Roger Bottini Paranhos, esse Espírito de Escol, portador de tantas e tão importantes narrativas da literatura Universalista Crística quem conta um pouco sobre mais esta importante obra literária:

“O livro começa no planeta Tríade, no sistema de Capela, uma das estrelas da constelação do Cocheiro. O personagem central chama-se Andrey. Mais uma das minhas encarnações. Hermes achou interessante repetirmos a fórmula de sucesso utilizada no livro Akhenaton, onde narrei a minha existência na personalidade de Radamés, e nos dois livros sobre Moisés, onde encarnei como Natanael. Sem dúvida os dramas ali vividos geram uma grande empatia com os leitores que, em geral, vivem um processo evolutivo semelhante.
Como eu já disse, acredito que os leitores terão uma grande identificação e “sentirão” ainda mais a energia desse personagem do que na trilogia de implantação do monoteísmo na Terra. Andrey vive diversos conflitos bem atuais, como por exemplo, a tentação pelo poder.
Esse trabalho sobre a Atlântida de uma forma geral se destaca pela força dos personagens. Todos muito cativantes e com perfis psicológicos interessantes.
Nesse livro também o leitor saberá a origem do mago negro Arnach, que já foi apresentado nos livros Sob o Signo de Aquário e Universalismo Crístico.
O nosso trabalho sobre a Atlântida é absolutamente revolucionário. Não existe paralelo na literatura mundial. A abordagem não segue de forma alguma o roteiro traçado pelos livros tradicionais a respeito do tema. Inclusive, os textos de Platão: Timeu e Crítias serão melhor compreendidos após a leitura do segundo volume (No reino das Trevas). Os povos gregos, que deram origem a esses textos, tiveram apenas uma “pálida” idéia do que realmente foi a Atlântida.
É um livro com informações consistentes sobre a terra de Posseidon, assim como ocorreu no livro Akhenaton.
Temos um compromisso com a Alta Espiritualidade para realizar obras literárias com os “pés no chão” e sem jamais “chover no molhado”. Acreditamos que será uma epopéia inesquecível. O livro narra detalhes sobre a fabulosa energia atlante chamada “Vril” e aborda com profundidade o desenrolar da trágica guerra das duas raças, que levou a Atlântida ao seu trágico fim.
Como já falamos, o principal objetivo deste trabalho é fazer o leitor perceber que estamos vivendo mais uma vez um importante momento dentro da evolução espiritual da Terra. Mais um ciclo se encerra. Estamos entrando na era de Aquário e somente os que se colocarem à direita do Cristo poderão prosseguir nessa jornada.
É fundamental libertamo-nos de nosso comportamento materialista, voltado somente para os interesses do mundo das ilusões.
Temos que abandonar o perfil individualista típico de almas infantis e nos dedicarmos a uma visão mais humana e solidária, compreendendo que fazemos parte da grande Obra Divina.
E também esse livro traz informações interessantes sobre uma sociedade mais harmônica, além de interessantes informações sobre o Vril, uma fonte de energia que irá no futuro substituir as primitivas e poluentes energias atuais, que estão provocando o aquecimento global no mundo.
Está chegando o momento de nossa humanidade libertar-se da alienação espiritual e tornar-se consciente do Plano Divino.

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Cristãos decididos


 Cristãos Decididos

"…Estamos sendo convocados pelos Espíritos nobres para ser os lábios pelos quais a palavra de Jesus chegue aos corações empedernidos.
Estamos sendo convocados para ser os braços do Mestre, que afaguem, que se alonguem na direção dos mais aflitos, dos combalidos, dos enfraquecidos na luta.
Estamos colocados na postura do bom samaritano, a fim de podermos ser aquele que socorra o caído na estrada de Jericó da atualidade.
Nunca houve na história da sociedade terrena tantas conquistas de natureza intelectual e tecnológica!
Nunca houve tanta demonstração de humanismo, de solidariedade, tanta luta pelos direitos humanos!
É necessário, agora, que os cristãos decididos arregacem as mangas e ajam em nome de Jesus.
Em qualquer circunstância, que se interroguem: - em meu lugar que faria Jesus?
E, faça-o, conforme o amoroso Companheiro dos que não têm companheiros, faria.
Filhos da alma!
Estamos saturados de tecnologia de ponta, graças, à qual, as imagens viajam no mundo quase com a velocidade do pensamento, e a dor galopa desesperada o dorso da humanidade em desalinho.
O Espiritismo veio como Consolador para erradicar as causas das lágrimas.
Sois os herdeiros do Evangelho dos primeiros dias, vivenciando-o à última hora.
Estais convidados a impregnar o mundo com ternura, utilizando-vos da compaixão.
Periodicamente, neste planeta de provas e expiações, as mentes em desalinho vitalizam microorganismos viróticos que dão lugar a pandemias destruidoras.
Recordemo-nos das pestes que assolaram o mundo: a peste negra, a peste bubônica, as gripes espanhola, a asiática e a deste momento de preocupações, porque as mentes dominadas pelo ódio, pelo ressentimento, geram fatores propiciatórios à manifestação de pandemias desta e de outra natureza.
Só o amor, meus filhos, possui o antídoto para anular esses terríveis e devastadores acontecimentos, desses flagelos que fazem parte da necessidade da evolução.
Sede vós aquele que ama.
Sede vós, cada um de vós, aquele que instaura o Reino de Deus no coração e dilata-o em direção da família, do lugar de trabalho, de toda a sociedade.
Não postergueis o dever de servir para amanhã, para mais tarde.
Fazei o bem hoje, agora, onde quer que se faça necessário.
As mães afro-descendentes, as mães de todas as raças, em um coro uníssono, sob o apoio da Mãe Santíssima, oram pela transformação da Terra em Mundo de Regeneração.
Sede-lhes filhos dóceis à sua voz quão dócil foi o Crucificado galileu que, ao despedir-se da Terra, elegeu-a mãe do evangelista do amor, por extensão, a Mãe Sublime da Humanidade.

Muita paz, meus filhos.
Que o Senhor de bênçãos nos abençoe.
O servidor humílimo e paternal de sempre,

Bezerra"

(Mensagem psicofônica recebida pelo médium Divaldo Pereira Franco, ao final da conferência pública em torno da maternidade, realizada no Grupo Espírita André Luiz, no Rio de Janeiro, na noite de 13 de agosto de 2009.)

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

UMA SÁBIA RESPOSTA


BREVE DIÁLOGO: DALAI LAMA E FREI LEONARDO BOFF


No intervalo de uma mesa-redonda sobre religião e paz entre os povos, na qual ambos participávamos, eu, maliciosamente, mas também com interesse teológico, perguntei ao Dalai Lama, em meu inglês capenga: — Santidade, qual é a melhor religião? Esperava que ele dissesse: "É o budismo tibetano" ou "São as religiões orientais, muito mais antigas do que o cristianismo". O Dalai Lama fez uma pequena pausa, deu um sorriso, me olhou bem nos olhos — o que me desconcertou um pouco, por que eu sabia da malícia contida na pergunta — e afirmou: — A melhor religião é aquela que te faz melhor. Para sair da perplexidade diante de tão sábia resposta, voltei a perguntar: — O que me faz melhor? — Aquilo que te faz mais compassivo (e aí senti a ressonância tibetana, budista, taoísta de sua resposta), aquilo que te faz mais sensível, mais desapegado, mais amoroso, mais humanitário, mais responsável... A religião que conseguir fazer isso de ti é a melhor religião... Calei, maravilhado, e até os dias de hoje estou ruminando sua resposta sábia e irrefutável

domingo, 30 de agosto de 2009

"ORAÇÃO A MIM MESMO"



Oswaldo Antônio Begiato



Que eu me permita olhar e escutar e sonhar mais.
Falar menos.
Chorar menos.
Ver nos olhos de quem me vê,
a admiração que eles me têm
e não a inveja que, prepotentemente, penso que têm.
Escutar com meus ouvidos atentos e minha boca estática,
as palavras que se fazem gestos e os gestos que se fazem palavras.
Permitir sempre escutar aquilo que eu não tenho me permitido escutar.
Saber realizar os sonhos que nascem em mim e por mim
e comigo morrem por eu não os saber sonhos.
Então, que eu possa viver os sonhos possíveis e os impossíveis;
aqueles que morrem e ressuscitam a cada novo fruto, a cada nova flor, a cada novo calor, a cada nova geada, a cada novo dia.
Que eu possa sonhar o ar, sonhar o mar, sonhar o amar, sonhar o amalgamar.
Que eu me permita o silêncio das formas, dos movimentos, do impossível, da imensidão de toda profundeza.
Que eu possa substituir minhas palavras pelo toque, pelo sentir, pelo compreender, pelo segredo das coisas mais raras, pela oração mental (aquela que a alma cria e que só ela, alma, ouve e só ela, alma, responde).
Que eu saiba dimensionar o calor, experimentar a forma, vislumbrar as curvas, desenhar as retas e aprender o sabor da exuberância que se mostra nas pequenas manifestações da vida.
Que eu saiba reproduzir na alma a imagem que entra pelos meus olhos fazendo-me parte suprema da natureza, criando-me e recriando-me a cada instante.
Que eu possa chorar menos de tristeza e mais de contentamentos.
Que meu choro não seja em vão, que em vão não sejam minhas dúvidas.
Que eu saiba perder meus caminhos mas saiba recuperar meus destinos com dignidade.
Que eu não tenha medo de nada, principalmente de mim mesmo:
Que eu não tenha medo de meus medos!
Que eu adormeça toda vez que for derramar lágrimas inúteis, e desperte com o coração cheio de esperanças.
Que eu faça de mim um homem sereno dentro de minha própria turbulência, sábio dentro de meus limites pequenos e inexatos, humilde diante de minhas grandezas tolas e ingênuas (que eu me mostre o quanto são pequenas minhas grandezas e o quanto é valiosa minha pequenez).
Que eu me permita ser mãe, ser pai, e, se for preciso, ser órfão.
Permita-me eu ensinar o pouco que sei e aprender o muito que não sei, traduzir o que os mestres ensinaram e compreender a alegria com que os simples traduzem suas experiências;
respeitar incondicionalmente o ser; o ser por si só, por mais nada que possa ter além de sua essência, auxiliar a solidão de quem chegou, render-me ao motivo de quem partiu e aceitar a saudade de quem ficou.
Que eu possa amar e ser amado.
Que eu possa amar mesmo sem ser amado, fazer gentilezas quando recebo carinhos;
fazer carinhos mesmo quando não recebo gentilezas.
Que eu jamais fique só, mesmo quando eu me queira só.
Amém.