O que é a Energia?

“Quanto abrir tua Bíblia, pede ao Autor que Abra teu coração”

Do site “Sabiduria Arcana”, a partir de "Um Manual para a Ascenção", do Mestre Ascencionado Serapis Bey

Cada um de vocês possui um número de corpos.
Normalmente as pessoas estão familiarizadas com apenas um deles, o corpo físico; geralmente nem têm consciência da existência dos corpos emocional, mental e espiritual.
Todos esses corpos são compostos de energia, mas essa energia não pertence ao espectro eletromagnético com o qual vocês estão familiarizados, como a luz, as ondas de rádio e os raios X. Falo da energia que se sobrepõe a essa que lhes é familiar, que se encontra por detrás dela; e por detrás do que a humanidade está acostumada a chamar de matéria.
Essa energia de que falo não pode ser captada pelos instrumentos da ciência, porque esses instrumentos também são feitos de matéria e nenhum deles pode detectar freqüências maiores do que aquelas emitidas pelos materiais de que são feitos.
A energia de maior freqüência é a energia da Fonte; é a energia a partir da qual deriva a energia da terceira dimensão, como a luz, por exemplo.
Mas toda a energia é um contínuo e, para os fins desta discussão, podemos pensar nela sob a forma de infinitas quantidades de “unidades de energia”, cada uma, à sua maneira, consciente. Estas “unidades de energia” concordam, digamos assim, a participar de esquemas de consciência extremamente elevados, tais como o teu “eu” ou como as células do teu corpo.
A energia forma o que você e eu somos; e seu estado de alerta constitui, por sua vez, a base da consciência que temos sobre nós mesmos. É dessa energia que estamos falando.
Em contrapartida o nosso sentido de ser organiza as unidades de energia e as provê de uma estrutura psicológica, mediante a qual essas unidades podem expressar-se.
O universo está organizado de modo a permitir que alguns estados de ser, de energia, tais como “eu mesmo”, possam desempenhar determinada função. Qualquer nome que usemos faz referência à função que estejamos desempenando quando nos comunicamos com vocês e, nenhum deles, implica que haja alguma identidade dentro do ESPÍRITO.
Qualquer nome que usemos tem apenas o único propósito de ser conveniente para a comunicação com tua mente consciente. Apesar da consciência que tenho, de que sou energia pura do ESPÍRITO, não me considero possuidor de alguma outra identidade distinta da função que desempenho. Sou a energia que constitui o estado de ser denominado “a função de Serapis”, neste momento; mas esta energia está se elevando e se modificando, constantemente.
Para efeito desta explicação vocês podem imaginar que a energia está dividida em oitavas, ocupando a Fonte da oitava mais elevada; enquanto o plano físico ocupa a oitava mais baixa. Eu, e outros níveis de teu ser, existimos e desempenhamos nossas funções nessas oitavas. Imagine essas oitavas como se fossem as várias faixas de sintonia de teu rádio de FM e como se cada ser, tal com eu, fosse uma estação em particular. Cada faixa capta uma freqüência diferente; mas cada um de nós opera em todas as bandas.
Ocupamos a mesma posição relativa, no “dial”, em cada faixa e vamos elevando, progressivamente, a freqüência. Ou, para usar a analogia do teclado de um piano, que é composto da mesma nota relativa em cada oitava do teclado, ocupamos – como aí – sete faixas vibratórias.
Se as tuas notas individuais, dentro de cada uma das sete oitavas, fossem tocadas simultaneamente, o som resultante seria a totalidade do teu ser: um som muito bonito e harmonioso!
Lembrem-se de que estas analogias nem sequer se aproximam da verdadeira história!
Em cada um desses níveis – oitavas ou faixas vibratórias – vocês estão, permanentemente, misturando-se com outras energias para poderem realizar certas funções.
E não é apenas o “meu” ser que é composto de energias, mas qualquer coisa que eu conceba se manifesta através de uma posterior organização de unidades de energia. Quando vou criar em alguma coisa, desde um átomo, até uma galáxia, primeiro projeto um campo receptivo, análogo ao espaço e só então irradio unidades de energia em seu interior, organizadas de acordo com minha intenção ou com minhas “formas pensamento.”
A única maneira de criar alguma coisa, é organizando este fornecimento ilimitado de unidades de energia, de acordo com a intenção. Assim, o ser que conheço como “eu mesmo” e tudo aquilo que crio ou destruo, são compostos de energia. E aqui, de novo, essa energia não é nem o calor e nem a luz que vocês conhecem, mas uma energia muitíssimo mais sutil e mais parecida com a energia dos pensamentos que produzimos.
Isso gera muitas perguntas interessantes sobre as dimensões da energia, como, por exemplo, a natureza do espaço e do tempo.

O ESPAÇO

Disse que projetava um campo receptivo, análogo ao espaço, em cujo interior eu irradiava unidades de energia de acordo com minha intenção. Esta é uma ordem de espaço muito mais elevada do que o espaço físico e, em termos de vocês, não seria necessário nenhum espaço; em absoluto.
Não obstante isso, esse espaço seria igualmente real para mim, até o último detalhe, como são reais para você, as dimensões de um quarto ou de qualquer cômodo da casa onde você vive. Eu projeto – ou imagino – este espaço, exatamente igual ao imaginado por qualquer outra pessoa que esteja projetando o espaço tridimensional no qual vocês vivem.
Vocês podem ter escutado que o espaço físico não é mais que uma forma de pensamento ou a construção de uma idéia. Isso levantaria a pergunta: Quem é que tem este pensamento? Tranqüilizem-se! Há entidades imensas “pensando”, de maneira muito diligente, o espaço tridimensional de vocês, mantendo-o, com uma claridade e um enfoque que não podem ser descritos. Para muitos de vocês, outros níveis de vocês mesmos, são parte disso.
O espaço que concebemos é suscetível, ou condutor, para a energia, como uma estrada é mais “condutora” aos veículos do que o terreno que a margeia; do mesmo modo como um fio de cobre conduz a eletricidade melhor do que o ar que nos rodeia. O espaço, portanto, é um campo criado para conduzir a energia. Nos planos mais elevados, criamos nosso próprio espaço; no plano físico, outros níveis do próprio ser de vocês criam o espaço físico no qual vocês vivem.
Esse espaço é, ao mesmo tempo, um campo unificador e um campo separador: unificador, no sentido de que permite que o que irradiemos nele possa interagir; e separador, no sentido de que está organizado para que as radiações não se sobreponham.
Imaginemos, por exemplo, dispor alguns objetos para apoio de livros em uma biblioteca. Cada um desses apoios ficam nos lugares em que os colocamos e não se misturam um com outros devido ao tipo de energia que projetamos; essa energia criada é que os mantém em campos separados.

Fonte: Um Manual para a Ascenção – Serapis Bey (Thot, Hermes), Canalizado por Tony Stubbs

MOTIVAÇÃO
Ponha muito esforço e energia em viver!
De vez em quando encontre algum tempo para sentir plenamente a tua vida e o mundo em que vives; faça isso pra que, sem nenhum pretexto, te seja possível absorver toda a riqueza da qual fazes parte.
Deixe de lado, por algum tempo, a necessidade de analizar, criticar, de julgar e de raciocinar.
Deixe que teus pensamentos se aquietem; sinta a maravilha, a bondade, a beleza de, simplesmente, ser e saber quem tu és.
Sinta a vida, não com o objetivo de tirar alguma vantagem ou de impressionar alguém; sinta a tua vida! Porque a profundidade da tua riqueza não tem limites!
Quanto mais plenamente sentires e valorizares tua vida, mais te descobrirás necessitando menos e tendo mais!
Sinta a vida e verás, claramente, o quanto já és rico!
A vida é um presente tão precioso que a nada pode ser igualado.
Vivencie a tua vida e permita-se esse presente; para ti e para os demais.

Gabriel Sandler

Expande-te!
Seja consciente de teus sentidos.
Preste bastante atenção a tudo o que experimentares. Os cinco sentidos são tuas janelas para o mundo e às suas belezas, para uma vida complacente e cheia de significado.
Teus olhos te trazem o verde das folhas e o perfil majestoso das montanhas.
Teus ouvidos te dão a música, os cantos dos pássaros, a voz da pessoa amada.
Teu olfato faz com que alimentos e pessoas te pareçam irresistíveis.
Tua pele te permite deleitar-se com a sensação da água, com os abraços, com o contato que fazes com quem te ladeia.
O paladar te permite descobrir o sabor das coisas e das laranjas.

Engrandece o Bem.
Teus pensamentos têm o poder de influir em teu comportamento e em tuas experiências. Os pensamentos são energia que se transmite aos demais e que sempre voltam a ti, aumentando ou diminuindo a alegria e o amor que a tua vida abriga.
Por isso, concentra-te em produzir pensamentos positivos, em sentir gratidão e em apreciar a beleza dos pequenos detalhes cotidianos - mas inesquecíveis – como, por exemplo, ter sempre disponíveis os alimentos, a saúde e a própria vida!

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Atlântida – No Reino da Luz – Vol. 1.

LIVRO - A HISTÓRIA DE UM ANJO